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5 perguntas sobre prematuridade respondidas!
 Postado em: 05/01/2016 às 00h04
5 perguntas sobre prematuridade respondidas!

No dia 17 de novembro, comemora-se o Dia Mundial da Prematuridade. Por ano, nascem em torno de 15 milhões de prematuros no mundo – por aqui, são cerca de 340 mil, o equivalente a 12,4% dos partos. A data tem o objetivo de celebrar os pequenos guerreiros, como também de conscientizar a população sobre a prevenção da prematuridade. Como parte da ação, famílias com prematuros, instituições de saúde e ONG’s do mundo inteiro vestem roxo nesse dia especial, e publicam suas fotos nas redes sociais com as hashtags #diamundialdaprematuridade #worldprematurityday.

 

A boa notícia é que, graças aos avanços da medicina, as crianças que nascem antes da hora ganharam perspectivas mais positivas ao longo das últimas décadas. Respiradores artificiais que se adequam ao ritmo da respiração do bebê, colchões térmicos que ajudam a manter a temperatura corporal dele e o uso da proteína surfactante para acelerar o amadurecimento dos pulmões estão entre as medidas que contribuíram para essa conquista. A seguir, reunimos cinco respostas a dúvidas comuns sobre o tema.

 

1 –  Quando um bebê é considerado prematuro?

 

Todas as crianças que nascem antes da 37ª semana de gestação são consideradas prematuras. Caso o parto aconteça entre a 34ª e a 36ª, o bebê é chamado de prematuro limítrofe. Entre a 29ª e a 33ª, de prematuro moderado. E até a 28ª, de prematuro extremo.

 

2 – Quais as causas da prematuridade?

Entre os fatores mais frequentes, estão: hipertensão, diabetes gestacional, malformações congênitas, idade materna, gestação gemelar, infecções, problemas vasculares, posicionamento da placenta, anomalias do colo uterino, deficiência de progesterona, alergia e até mesmo estresse. Mas também há causas desconhecidas.

 

3 – É possível evitar o problema?

As medidas de prevenção variam, já que as causas são inúmeras. Mas quando os médicos detectam risco de prematuridade na gestante, conforme o caso, indica-se repouso domiciliar ou hospitalar, uso de progesterona, cerclagem do colo uterino ou introdução do pressário cervical (anel de silicone que tem o mesmo objetivo, ou seja, “fechar” o útero), medicamentos uterolíticos e antibióticos. O que só aumenta a importância do acompanhamento pré-natal para que o diagnóstico seja feito o quanto antes.

 

4 – Quais as chances de sobrevivência de um bebê prematuro?

Há dez anos, um bebê com menos de 750 g tinha uma sobrevida de 15 a 20%. Hoje, esse número chega a 40%. Já para aqueles acima de 1 kg, a chance é de 90 a 100%.

 

5 – Os prematuros podem mamar?

Antes da 32ª-34ª quarta semana, eles não têm coordenação motora de sucção-deglutição e podem se engasgar ao ingerir o leite via oral. Por isso, nessa fase, a alimentação é feita pela veia, à base de nutrientes já prontos para serem absorvidos. Assim que apresentar condições, tanto para deglutir quanto para digerir o leite materno, realiza-se a alimentação enteral mínima (pequenas quantias são introduzidas por meio de sonda no estômago). Até ele estar apto para mamar diretamente no seio da mãe.

 

Fonte: Hospital e Maternidade Santa Joana (SP)


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