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Dia do Repórter – Não importa as condições, faça chuva ou sol, paz ou guerra
 Postado em: 16/02/2016 às 15h56
Dia do Repórter – Não importa as condições, faça chuva ou sol, paz ou guerra

No dia 16 de fevereiro é celebrado o Dia Nacional do Repórter. Esse cargo exercido por profissionais da comunicação tem a função de investigar, pesquisar, entrevistar e produzir notícias e matérias para a TV, impresso, rádio e internet.

 

Faça chuva ou faça sol, o repórter está sempre em alerta para levar as notícias até a população. Todo repórter é jornalista, mas nem todo jornalista é repórter – o Dia do Jornalista é comemorado em 29 de janeiro ou 7 de abril. O repórter, geralmente, cobre uma pauta definida pelo seu chefe, o editor. Como os jornais são divididos em editoria, seus profissionais também são: repórteres de política, esportes, educação, cidades, mundo, economia, cultura, entre outros, além dos repórteres fotográficos.

 

Muitos profissionais não levam esse aspecto a sério, preferindo trabalhar em cima de notícias sensacionalistas, que provocam grandes impactos ao serem divulgadas. Com o tempo, esse tipo de trabalho fica desacreditado, perdendo o valor integral do produto, a transmissão do fato ocorrido.

 

Para que isso não aconteça, é importante que o jornal ou a revista tenham delimitadas suas funções específicas, que trabalhem com programação de pautas e assuntos, apuração, redação, edição e revisão das notícias, tendo cuidado para não criarem a fraude jornalística, a notícia enganosa.

 

Podemos considerar esse trabalho como arte, em razão da forma como é feita a escrita desses textos e notícias, pois precisam ser interessantes e atraentes para o público.

 

O repórter pode valer-se também de fontes secundárias (documentos, livros, almanaques, relatórios, recenseamentos, etc.) ou servir-se de material enviado por órgãos especializados em transformar fatos em notícias (como as agências de notícias e as assessorias de imprensa). Em diversas editorias do jornalismo diário (assim como em rádio, TV e internet), é comum a figura do repórter setorista, ou seja, especializado em cobrir um determinado assunto ou instituição. Na editoria de “Geral”, por exemplo, existem os setoristas de polícia, saúde, transportes, serviços públicos, do Instituto Médico Legal, etc. Em Política, há os setoristas do palácio do governo, do parlamento, de cada ministério ou secretaria, entre outros. Já na Economia, trabalham setoristas de mercado financeiro, Banco Central, petróleo, construção civil e outros. Fonte de pesquisa: Brasil escola.

 

Na reportagem é concedida ao autor a possibilidade do mesmo expressar sua opinião, diferente do texto editorial. Uma reportagem é uma notícia mais aprofundada, que pode conter opiniões de terceiros.

 

Surgiu o “Repórter Esso” (também conhecido como O seu repórter Esso) foi um noticiário histórico do radio e da televisão e seguia a versão americana do programa chamada de “Your Esso Reporter”. Foi oprimeiro noticiário de radio jornalismo do Brasil que não se limitava a ler as notícias recortadas dos jornais, pois as matérias eram enviadas por uma agência internacional de notícias sob o controle dos Estados Unidos. O repórter Esso era patrocinado por uma empresa estadunidense, conhecida como Esso do Brasil. Os locutores que fizeram maior sucesso no noticioso foram: Kalil Filho, GontijoTeodoro, Luiz Jatobá e Herón Domingues. Os slogans mais famosos eram: O Primeiro a Dar as Últimas e Testemunha Ocular da História. O programa trouxe para o radio jornalismo brasileiro a informação por ele divulgada não apenas como notícia, mas constituída também, em texto dirigido, propaganda político-ideológica, produzindo e construindo sentido e com alvo certo: o governo e determinados segmentos da sociedade brasileira. Não obstante, a Segunda guerra acabou depois que o Repórter Esso noticiou, célebre frase de um jornal da época, exprime a importância e credibilidade que o Repórter Esso conquistou. A primeira transmissão ocorreu na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, em 28 de agosto de 1941 iniciando a cobertura do Brasil na segunda guerra mundial. Antes da estreia oficial, o programa havia ido ao ar experimentalmente na Rádio Radio Farroupilha de Porto Alegre.

 

Na televisão, o noticiário, foi apresentado de 10 de abril de 1952 até 31 de dezembro de 1970 na TV Tupi. O Repórter Esso terminou suas transmissões em 31 de dezembro de 1968.  Na última edição, transmitida pela Rádio Nacional e pela Rádio Globo do Rio de Janeiro, a partir das 20:25 da noite, o radialista Guilherme de Sousa fez a identificação da emissora e dando a hora certa, antes de anunciar: “Alô, alô, Repórter Esso! Alô!” Ao som das tradicionais trombetas, o locutor Roberto Figueiredo entrou no ar, noticiando sobre as festividades do ano novo (1969); o pronunciamento do presidente Costa e Silva sobre o momento nacional e a instituição do AI-5, além do mesmo assinar decretos sobre o setor financeiro; a condenação de Israel por parte das Nações Unidas pelo atentado contra o Líbano; a Missa de Ano Novo realizada pelo Papa Paulo VI; a previsão do tempo nas principais cidades do país; e as principais notícias dadas pelo Repórter Esso em 27 anos de atividade. Durante a leitura desta última, Roberto Figueiredo começou a chorar e se emocionar, chegando a um ponto em que o locutor reserva Plácido Ribeiro, que estava no estúdio na hora do noticiário, seguiu a leitura. Roberto aos prantos encerrou o último Repórter Esso, desejando boa noite e feliz ano novo.

 

A reportagem, tal como a notícia, tem uma estrutura. Essa estrutura é; manchete, título auxiliar, lide e corpo da reportagem.

 

Foi criado um programa de televisão só para essa profissão: “Profissão Repórter” é um programa jornalístico semanal brasileiro, produzido e foi exibido pela Rede Globo. Originalmente foi criado como um quadro do programa Fantástico, tornando-se um programa fixo na emissora em 2008. Caco Barcellos e uma equipe de jovens repórteres vão às ruas, juntos, para mostrar diferentes ângulos do mesmo fato, da mesma notícia. Cada repórter tem sempre uma missão a cumprir, o que envolve tarefas tanto na realização da reportagem ao vivo quanto na finalização da mesma. Iniciado em 2006 como um quadro do Fantástico, teve três edições especiais nas noites de quinta feira em 2007, essas edições foram ao ar nos dias 30 de agosto de 2007, 18 de outubro de 2007 e 13 de dezembro de 2007.

 

Ao longo da história, os repórteres conviveram e convivem até hoje com a censura e perseguição política, militar, policial e de criminosos. Segundo o relatório de 2013 da organização Repórteres sem Fronteiras (RFS), o Brasil é o país com o maior número de jornalistas mortos nas Américas. Tais fatos enaltecem ainda mais a importância do repórter, que diversas vezes se arrisca para levar a informação até a sociedade. A “Repórter Sem Fronteiras (RSF)’’ divulgou uma lista de 34 “predadores da liberdade de imprensa”, incluindo pela primeira vez os cartéis de droga mexicanos, responsáveis por uma parte considerável dos 24 assassinatos de jornalistas ocorridos no México desde 2001. Segundo a RFS, os chamados predadores da imprensa estão presentes um pouco por todo o mundo, sendo apontados 16 casos na Ásia, 11 em África, quatro na América e três na Europa.

 

Os “predadores” europeus são a ETA, em Espanha, Vladimir Putin, na Rússia, e o seu homólogo bielorrusso Alexander Lukashenko, enquanto nas Américas a RSF aponta o dedo a Fidel e Raul Castro, em Cuba, aos já referidos cartéis de droga mexicanos e a dois colombianos: Diego Fernando Murillo Bejarano, das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), e Raúl Reyes, das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Em África, a lista é composta pelos presidentes da Eritreia, Etiópia, Gâmbia, Guiné Equatorial, Líbia, Ruanda, Tunísia e Zimbabué, aos quais se juntam o rei Mswati III, da Suazilândia, as forças de segurança nigerianas SSS, e o “general da rua” marfinense Charles Blé Goudé, que juntamente com os seus “Jovens Patriotas” aterroriza os órgãos de comunicação que não apoiem o presidente Laurent Gbagbo.

 

Na Ásia, as presenças na tabela vão desde os grupos islamitas armados no Afeganistão, Bangladesh, Iraque, Paquistão e territórios palestinianos até à força policial Star Forc. Nas Maldivas, passando pelos paramilitares tamil no Sri Lanka. Os líderes máximos da Arábia Saudita, Azerbaijão, Birmânia, Cazaquistão, China, Coreia do Norte, Laos, Paquistão, Síria, Uzbequistão e Vietname também fazem parte da lista, tendo o Irão direito a duas presenças: o líder espiritual Ali Khamenei e o presidente Mahmoud Ahmadinejad. Da lista de predadores da liberdade de imprensa saíram o rei do Nepal e o chefe dos maoístas nepaleses, após a assinatura de um cessar-fogo no país.

 

Parabéns aos repórteres pelo seu dia. Características do bom repórter: Coragem, foco e determinação. Sendo assim, esses atributos reunidos são a essência da profissão.

 

O repórter é de suma importância para que possamos saber o que de fato acontece no planeta.

 

Oração do Jornalista

Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.Que eu possa Senhor cumprir minha pauta, conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.Que eu consiga uma boa fotografia. Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível. Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau humor.

 

Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida,do outro lado da cidade. E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão. Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.

 

Que a matéria seja simples sem ser simplista. Que não seja prolixa e sim criativa.Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas. Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção…que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabáme seduza. E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line. Assim seja!”

 

Autor: Cid Moreira


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