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Treinamento cerebral ajuda a melhorar a memória
 Postado em: 20/11/2017 às 12h56
Treinamento cerebral ajuda a melhorar a memória

Conheça exercícios que estimulam o cérebro e ajudam a “driblar” os esquecimentos de forma divertida e prazerosa para todas as idades

Como anda o seu cérebro? A sua memória está boa ou não se lembra do que comeu no café da manhã? É fim de ano, muita gente está sobrecarregada e, com isso, os esquecimentos tornam-se cada vez mais comuns. Porém, a boa notícia é que segundo especialistas, é possível treinar o cérebro com exercícios que ajudam a estimular a memória.

 

Solange Jacob, cientista Social e Diretora Pedagógica Nacional do Método SUPERA (uma rede de 300 escolas de ginástica para o cérebro espalhadas por todo Brasil), conta que ter uma boa memória significa acessar com facilidade as informações retidas durante os estudos, uma viagem ou até mesmo durante uma conversa.

 

“Para acessar estas informações, nós precisamos ter uma boa capacidade de retê-las. Por isso, para melhorar a memória, é importante ter boa atenção”, revela a especialista. 

 

Esta capacidade pode ser desenvolvida por atividades estimulantes para o cérebro, como o ábaco, uma das principais ferramentas do curso especializado em ginástica cerebral do Método SUPERA. 

 

Ele é utilizado para a realização de cálculos e, além de fazer com que a pessoa se desenvolva na matemática de um jeito divertido, melhora também a capacidade de atenção concentrada - quando focamos a atenção em um só objeto – e atenção sustentada - habilidade de manter o foco durante uma atividade contínua e repetitiva. 

 

Com estas habilidades desenvolvidas, fica mais fácil evitar as falhas de esquecimentos, porque o cérebro aprende a prestar atenção, logo, a memória também melhora. 

 

O cérebro é como um músculo do corpo que precisa de exercícios para ficar mais forte, por meio de desafios com níveis de dificuldades cada vez maiores para que os resultados apareçam gradativamente.

 

“A ginástica para o cérebro funciona com base no conceito de neuroplasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de se modificar de acordo com estímulos. Quando o exercitamos, fazemos com que novas conexões sejam formadas entre os neurônios. Assim conseguimos mantê-lo forte e saudável”, explica Solange Jacob. 

 

No curso do Método SUPERA, os alunos usam, além do ábaco, jogos de tabuleiro, jogos virtuais, apostilas com exercícios cognitivos, dinâmicas em grupo e as neuróbicas (uma espécie de “atividade aeróbica” para os neurônios).

 

A ginástica para o cérebro pode ser feita por pessoas de todas as idades. Com a sua prática, as crianças conseguem melhorar as notas na escola; os adolescentes passam no vestibular; os adultos melhoram o desempenho profissional e os idosos conquistam qualidade de vida, uma vez que os exercícios ajudam a manter a mente ativa e previnem do aparecimento de sintomas de doenças como o Alzheimer. 

 

“Comecei a fazer ginástica para o cérebro com 69 anos, principalmente porque tenho histórico de Alzheimer na família. Depois de começar a praticar, percebo uma melhora na minha memória, nas minhas atividades do dia a dia, como lembrar onde guardei as coisas, horários de consultas médicas, entre outras tarefas”, conta Maria Santana de Souza, 71 anos, aluna do SUPERA Londrina (PR).

 

Mini treino para o cérebro! – Pratique no seu dia-a-dia 

 

Manhã

Escove os dentes com a outra mão – Este exercício exige que você use o lado oposto do cérebro em vez do lado que normalmente usa. Assim, todos os circuitos, conexões e áreas do cérebro envolvidos no uso da mão dominante ficam inativos, enquanto seus equivalentes no outro lado do cérebro passam a orientar um conjunto de comportamentos dos quais não costumam participar. As pesquisas têm demonstrado que esse tipo de exercício pode resultar em uma expansão dos circuitos nas partes do córtex que controlam e processam as informações táteis da mão.

 

Tarde

Mude de lugar os objetos à mesa – Mudar a localização de objetos familiares que você normalmente pega sem pensar serve para reativar as redes de aprendizado espacial. As áreas visuais e sensoriais do cérebro voltam a funcionar para reajustar os mapas internos. 

 

Noite

Siga um percurso diferente na volta para casa – Em uma viagem rotineira, seu cérebro entra no piloto automático. Um percurso diferente ativa o córtex e o hipocampo para integrar as novas paisagens, cheiros e sons que você encontra em um novo mapa cerebral. 

 

Para saber mais, acesse www.metodosupera.com.br 

 


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